Realmente o semestre passou voando...tanto que nao tive tempo de postar absolutamente NADA a respeito do mestrado. O que posso dizer é que aprendi bastante, e caso alguém esteja pensando em trabalhar com Visao Computacional usando a plataforma JAVA (sim...sou teimoso), estude o JavaCV, que é basicamente um wrapper para as bibliotecas do OpenCV da Intel, e também o JAI (java advanced imaging), que apesar de estar meio abandonado, ajuda muito. Sofri bastante por ter preguiça de estudar a documentação e querer implementar no braço.
O JavaCV tem uma excelente referencia aqui, enquanto a melhor referencia sobre o Jai (MUITO melhor que a da Oracle) é feita por um brasileiro do INPE.
Atualmente estou como bolsista em um projeto do Grupo Cyclops e o progresso do meu trabalho até entao pode ser acompanhado aqui e aqui.
Assim que o semestre tiver acabado efetivamente, posto os artigos que produzi durante o mesmo.
[]s
...nullius in verba
Fatos e artefatos do cotidiano de um desenvolvedor de software.
sábado, 18 de junho de 2011
terça-feira, 12 de abril de 2011
Geração Y???
Recebi esse texto de um colega professor e independentemente de ter sido publicado na veja ou não, achei bastante interessante.
RESPOSTA À REVISTA VEJA
Sou professora do Estado do Paraná e fiquei indignada com a reportagem da jornalista Roberta de Abreu Lima “Aula Cronometrada”. É com grande pesar que vejo quão distante estão seus argumentos sobre as causas do mau desempenho escolar com as VERDADEIRAS razões que geram este panorama desalentador.
Não há necessidade de cronômetros, nem de especialistas para diagnosticar as falhas da educação. Há necessidade de todos os que pensam que: “os professores é que são incapazes de atrair a atenção de alunos repletos de estímulos e inseridos na era digital” entrem numa sala de aula e observem a realidade brasileira.
Que alunos são esses “repletos de estímulos” que muitas vezes não têm o que comer em suas casas quanto mais inseridos na era digital? Em que pais de famílias oriundas da pobreza trabalham tanto que não têm como acompanhar os filhos em suas atividades escolares, e pior em orientá-los para a vida? Isso sem falar nas famílias impregnadas pelas drogas e destruídas pela ignorância e violência, causas essas que infelizmente são trazidas para dentro da maioria das escolas brasileiras.
Está na hora dos professores se rebelarem contra as acusações que lhes são impostas. Problemas da sociedade deverão ser resolvidos pela sociedade e não somente pela escola.
Não gosto de comparar épocas, mas quando penso na minha infância, onde pai e mãe, tios e avós estavam presentes e onde era inadmissível faltar com o respeito aos mais velhos, quanto mais aos professores e não cumprir as obrigações fossem escolares ou simplesmente caseiras, faço comparações com os alunos de hoje “repletos de estímulos”.
Estímulos de quê? De passar o dia na rua, não fazer as tarefas, ficar em frente ao computador, alguns até altas horas da noite, (quando o têm), brincando no Orkut, ou o que é ainda pior envolvidos nas drogas. Sem disciplina seguem perdidos na vida.
Realmente, nada está bom. Porque o que essas crianças e jovens procuram é amor, atenção, orientação e disciplina.
Rememorando, o que tínhamos nós, os mais velhos, há uns anos atrás de estímulos? Simplesmente: responsabilidade, esperança, alegria. Esperança que se estudássemos teríamos uma profissão, seríamos realizados na vida. Hoje os jovens constatam que se venderem drogas vão ganhar mais. Para quê o estudo? Por que numa época com tantos estímulos não vemos olhos brilhantes nos jovens? Quem, dos mais velhos, não lembra a emoção de somente brincar com os amigos, de ir aos piqueniques, subir em árvores?
E, nas aulas, havia respeito, amor pela pátria.. Cantávamos o hino nacional diariamente, tínhamos aulas “chatas” só na lousa e sabíamos ler, escrever e fazer contas com fluência.
Se não soubéssemos não iríamos para a 5ª. Série. Precisávamos passar pelo terrível, mas eficiente, exame de admissão. E tínhamos motivação para isso.
Hoje, professores “incapazes” dão aulas na lousa, levam filmes, trabalham com tecnologia, trazem livros de literatura juvenil para leitura em sala-de-aula (o que às vezes resulta em uma revolução), levam alunos à biblioteca e a outros locais educativos (benza, Deus, só os mais corajosos!) e, algumas escolas públicas onde a renda dos pais comporta, até a passeios interessantes, planejados minuciosamente, como ir ao Beto Carrero.
E, mesmo, assim, a indisciplina está presente, nada está bom. Além disso, esses mesmos professores “incapazes”, elaboram atividades escolares como provas, planejamentos, correções nos fins-de-semana, tudo sem remuneração;
Todos os profissionais têm direito a um intervalo que não é cronometrado quando estão cansados. Professores têm 10 minutos de intervalo, quando têm de escolher entre ir ao banheiro ou tomar às pressas o cafezinho. Todos os profissionais têm direito ao vale alimentação, professor tem que se sujeitar a um lanchinho, pago do próprio bolso, mesmo que trabalhe 40 h.semanais. E a saúde? É a única profissão que conheço que embora apresente atestado médico tem que repor as aulas. Plano de saúde? Muito precário.
Há de se pensar, então, que são bem remunerados... Mera ilusão! Por isso, cada vez vemos menos profissionais nessa área, só permanecem os que realmente gostam de ensinar, os que estão aposentando-se e estão perplexos com as mudanças havidas no ensino nos últimos tempos e os que aguardam uma chance de “cair fora”.Todos devem ter vocação para Madre Teresa de Calcutá, porque por mais que esforcem-se em ministrar boas aulas, ainda ouvem alunos chamá-los de “vaca”,”puta”, “gordos “, “velhos” entre outras coisas. Como isso é motivante e temos ainda que ter forças para motivar.
Temos notícias, dia-a-dia, até de agressões a professores por alunos. Futuramente, esses mesmos alunos, talvez agridam seus pais e familiares.
Lembro de um artigo lido, na revista Veja, de Cláudio de Moura Castro, que dizia que um país sucumbe quando o grau de incivilidade de seus cidadãos ultrapassa um certo limite.
E acho que esse grau já ultrapassou. Chega de passar alunos que não merecem. Assim, nunca vão saber porque devem estudar e comportar-se na sala de aula; se passam sem estudar mesmo, diante de tantas chances, e com indisciplina... E isso é um crime! Vão passando série após série, e não sabem escrever nem fazer contas simples. Depois a sociedade os exclui, porque não passa a mão na cabeça. Ela é cruel e eles já são adultos.
Por que os alunos do Japão estudam? Por que há cronômetros? Os professores são mais capacitados? Talvez, mas o mais importante é porque há disciplina. E é isso que precisamos e não de cronômetros. Lembrando: o professor estadual só percorre sua íngreme carreira mediante cursos, capacitações que são realizadas, preferencialmente aos sábados. Portanto, a grande maioria dos professores está constantemente estudando e aprimorando-se.
Em vez de cronômetros, precisamos de carteiras escolares, livros, materiais, quadras-esportivas cobertas (um luxo para a grande maioria de nossas escolas), e de lousas, sim, em melhores condições e em maior quantidade..
Existem muitos colégios nesse Brasil afora que nem cadeiras possuem para os alunos sentarem. E é essa a nossa realidade! E, precisamos, também, urgentemente de educação para que tudo que for fornecido ao aluno não seja destruído por ele mesmo
Em plena era digital, os professores ainda são obrigados a preencher os tais livros de chamada, à mão: sem erros, nem borrões (ô, coisa arcaica!), e ainda assim se ouve falar em cronômetros. Francamente!!!
Passou da hora de todos abrirem os olhos e fazerem algo para evitar uma calamidade no país, futuramente. Os professores não são culpados de uma sociedade incivilizada e de banditismo, e finalmente, se os professores até agora não responderam a todas as acusações de serem despreparados e “incapazes” de prender a atenção do aluno com aulas motivadoras é porque não tiveram TEMPO.
Responder a essa reportagem custou-me metade do meu domingo, e duas turmas sem as provas corrigidas.
quarta-feira, 30 de março de 2011
Novos Rumos
Conforme um grande amigo meu muito bem colocou, a única constante na vida é a mudança. Este ano decidi partir para o mestrado, depois de postergar essa decisao por pelo menos uns 5 anos. Os posts do blog terão agora uma temática mais relacionada com o tema visão computacional, pois será neste que concentrarei minha dissertação e pesquisa.
Publicarei aqui os artigos que eu ler e também os artigos que os professores solicitarem que eu escreva nas disciplinas que estiver cursando.
Eventualmente, caso surja a inspiração, continuarei postando sobre assuntos do cotidiano.
Publicarei aqui os artigos que eu ler e também os artigos que os professores solicitarem que eu escreva nas disciplinas que estiver cursando.
Eventualmente, caso surja a inspiração, continuarei postando sobre assuntos do cotidiano.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Adeus Companheira...
Ontem finalmente consegui. Depois de muita procura e frustração, achei um comprador pra minha Virago 535. O motivo da venda é justo e talvez por isso eu não tenha relutado tanto em entregá-la ao novo dono.
A Virago foi minha primeira moto e eu estava com ela desde outubro de 2007. Na ocasião, minha esposa e eu decidimos que não precisávamos de dois carros, mas sim de dois veículos, o que nos levou a vender o Palio que ela tinha e usar parte do dinheiro para comprar uma moto. Eu nem tinha carteira ainda, quando a escolhi e acredito que tinha pilotado no máximo umas 2 vezes (cai em 50% dessas vezes) a moto do meu cunhado.
Me lembro como se fosse hoje. Na ocasião eu pilotei uma Falcon, uma CB 500 e a Virago. Acredito que se fosse fazer o teste hoje, como tenho um pouco mais de familiaridade com motos, acabaria optando pela CB 500, mas na época, para quem estava começando a adquirir equilibrio em duas rodas, a Virago foi a escolha perfeita. Forte, bom torque, um ronco intimidador, relativamente economica e principalmente...facil de pilotar. Fiquei encantado com o conjunto fornecido por ela. Percebi depois na estrada que a principal concorrente dela na época, a Shadow 600, não estava a altura.
Viajamos bastante (embora não tanto quanto eu quisesse) com essa moto e ela nos proporcionou muitos momentos de alegria. Fiquei com o capacete que foi personalizado pra combinar com as cores dela (Verde e pérola) e já decidi que, caso eu compre outra moto, vou comprar junto um outro capacete, mantendo o antigo pra ocasioes especiais.
Com a Virago aprendi a ser um motorciclista ao invés de um motoqueiro. Aprendi que se voce andar direito de moto, o perigo de outro motorista cometer uma barbeiragem diminui. Aprendi que na maioria das vezes, o preconceito contra as motos não é preconceito e sim uma observação das bobagens que os motoqueiros fazem nas ruas. Aprendi que, como diz o Valentino Rossi, toda vez que caí ( foram só duas e uma delas parado : ) ) ou quase caí, foi porque ultrapassei o limite.
Cabem agradecimentos a tres pessoas aqui:
1) Fernando psicotécnico. que conseguiu um comprador;
2) Rodrigo, o comprador, que viu as qualidades da minha (dele agora) Virago e também se encantou com ela;
3) Emanuelle, minha esposa, que foi quem comprou a moto pra mim e me incentivou a seguir esse sonho (sempre quis uma moto);
Pra encerrar, correndo o risco de parecer sentimentalista, quero agradecer tb à minha Virago que foi, sem dúvida, a melhor primeira moto que eu poderia desejar.
Adeus companheira...
A Virago foi minha primeira moto e eu estava com ela desde outubro de 2007. Na ocasião, minha esposa e eu decidimos que não precisávamos de dois carros, mas sim de dois veículos, o que nos levou a vender o Palio que ela tinha e usar parte do dinheiro para comprar uma moto. Eu nem tinha carteira ainda, quando a escolhi e acredito que tinha pilotado no máximo umas 2 vezes (cai em 50% dessas vezes) a moto do meu cunhado.
Me lembro como se fosse hoje. Na ocasião eu pilotei uma Falcon, uma CB 500 e a Virago. Acredito que se fosse fazer o teste hoje, como tenho um pouco mais de familiaridade com motos, acabaria optando pela CB 500, mas na época, para quem estava começando a adquirir equilibrio em duas rodas, a Virago foi a escolha perfeita. Forte, bom torque, um ronco intimidador, relativamente economica e principalmente...facil de pilotar. Fiquei encantado com o conjunto fornecido por ela. Percebi depois na estrada que a principal concorrente dela na época, a Shadow 600, não estava a altura.
Viajamos bastante (embora não tanto quanto eu quisesse) com essa moto e ela nos proporcionou muitos momentos de alegria. Fiquei com o capacete que foi personalizado pra combinar com as cores dela (Verde e pérola) e já decidi que, caso eu compre outra moto, vou comprar junto um outro capacete, mantendo o antigo pra ocasioes especiais.
Com a Virago aprendi a ser um motorciclista ao invés de um motoqueiro. Aprendi que se voce andar direito de moto, o perigo de outro motorista cometer uma barbeiragem diminui. Aprendi que na maioria das vezes, o preconceito contra as motos não é preconceito e sim uma observação das bobagens que os motoqueiros fazem nas ruas. Aprendi que, como diz o Valentino Rossi, toda vez que caí ( foram só duas e uma delas parado : ) ) ou quase caí, foi porque ultrapassei o limite.
Cabem agradecimentos a tres pessoas aqui:
1) Fernando psicotécnico. que conseguiu um comprador;
2) Rodrigo, o comprador, que viu as qualidades da minha (dele agora) Virago e também se encantou com ela;
3) Emanuelle, minha esposa, que foi quem comprou a moto pra mim e me incentivou a seguir esse sonho (sempre quis uma moto);
Pra encerrar, correndo o risco de parecer sentimentalista, quero agradecer tb à minha Virago que foi, sem dúvida, a melhor primeira moto que eu poderia desejar.
Adeus companheira...
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
TDC 2010 - Impressões
Compareci ao TDC 2010 em Palhoça, no dia 06/11. O evento foi promovido pela VOffice de Florianópolis, em parceria com a GlobalCode. O evento teve várias trilhas, mas como voces podem imaginar, eu acabei indo na trilha Java (levando tres alunos meus da Assevim que consegui converter).
Diversos temas foram abordados: Ria em JSF, Ginga ( que inclusive me deu uma idéia pra um projeto de pesquisa, caso eu seja aprovado no mestrado ), JPA 2.0, EJB 3.0 e pra não fugir do lugar comum, uma palestra falava sobre o Futuro do Java.
Até aí tudo bem...afinal virou moda falar sobre o que a Oracle vai fazer ou deixar de fazer no "ecossistema Java". O que me chamou a atenção foi que a palestra foi ministrada pelo Bruno Souza (o Javaman). Logicamente eu já havia ouvido falar dele, lido diversos artigos escritos por ele e conhecia seu trabalho junto a Sun, mas nunca havia comparecido em uma palestra proferida pelo mesmo. Bruno falou com extrema propriedade sobre diversos temas recentes da plataforma Java, como por exemplo a aquisição da Oracle, o processo contra o Google e o futuro do Java. Acredito que as informações dele tranquilizaram o pessoal presente e elucidaram diversos fatos que não estavam muito claros. O Javaman toma o cuidado de sempre destacar a importância do software livre, fato que acho extremamente positivo. De qualquer maneira, saí de lá com a impressão de que os desenvolvedores Java ainda verão muitas coisas boas na plataforma.
Mas de todo o evento, o que mais me chamou a atenção foi outra coisa...foi o carinho que todos os presentes lá (num sábado de sol, com mais de 40 praias próximas) mostraram pela plataforma Java. Não vi em nenhuma palestra o símbolo da Oracle e duvido que isso tenha acontecido devido à falta de cuidado dos palestrantes. Todos, sem excecao, utilizavam o símbolo do Java e da própria Sun.
Talvez esse tipo de atitude demonstre um saudosismo meio sem finalidade prática, especialmente quando se fala em profissionais que trabalham com tecnologias de ponta, mas eu sou obrigado a confessar que compartilho do mesmo sentimento.
Diversos temas foram abordados: Ria em JSF, Ginga ( que inclusive me deu uma idéia pra um projeto de pesquisa, caso eu seja aprovado no mestrado ), JPA 2.0, EJB 3.0 e pra não fugir do lugar comum, uma palestra falava sobre o Futuro do Java.
Até aí tudo bem...afinal virou moda falar sobre o que a Oracle vai fazer ou deixar de fazer no "ecossistema Java". O que me chamou a atenção foi que a palestra foi ministrada pelo Bruno Souza (o Javaman). Logicamente eu já havia ouvido falar dele, lido diversos artigos escritos por ele e conhecia seu trabalho junto a Sun, mas nunca havia comparecido em uma palestra proferida pelo mesmo. Bruno falou com extrema propriedade sobre diversos temas recentes da plataforma Java, como por exemplo a aquisição da Oracle, o processo contra o Google e o futuro do Java. Acredito que as informações dele tranquilizaram o pessoal presente e elucidaram diversos fatos que não estavam muito claros. O Javaman toma o cuidado de sempre destacar a importância do software livre, fato que acho extremamente positivo. De qualquer maneira, saí de lá com a impressão de que os desenvolvedores Java ainda verão muitas coisas boas na plataforma.
Mas de todo o evento, o que mais me chamou a atenção foi outra coisa...foi o carinho que todos os presentes lá (num sábado de sol, com mais de 40 praias próximas) mostraram pela plataforma Java. Não vi em nenhuma palestra o símbolo da Oracle e duvido que isso tenha acontecido devido à falta de cuidado dos palestrantes. Todos, sem excecao, utilizavam o símbolo do Java e da própria Sun.
Talvez esse tipo de atitude demonstre um saudosismo meio sem finalidade prática, especialmente quando se fala em profissionais que trabalham com tecnologias de ponta, mas eu sou obrigado a confessar que compartilho do mesmo sentimento.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
WEB 2.0 x Reality Shows
O que é a WEB 2.0 para voce?
Para muitos, a web 2.0 simplesmente é a adição de ajax ou a utilização massiva de javascript no browser, de forma a deixar as aplicações web semelhantes as aplicações desktop. Seguindo essa linha de raciocínio, o ícone máximo da web 2.0 é o google, com seus google mail, maps, docs, wave, etc...
Eu particularmente penso que a web 2.0 na verdade não tem muita relação com tecnologia em si, mas sim com a fonte do conteúdo que é gerado. Pense comigo...no início, e por um bom tempo, TODO conteúdo de qualquer website era responsabilidade exclusiva de quem o construía, fazendo com que o visitante se tornasse apenas um mero expectador.
Com o surgimento do orkut, facebook, youtube, twitter, e outros serviços cujo nome estou esquecendo, o vistante passa a ser um GERADOR de conteúdo e esse conteúdo se torna muito mais interessante.
Não sei quem chegou primeiro, se foi a web 2.0 ou se foram os reality shows, mas penso que o princípio que os move é exatamente o mesmo. Pessoas comuns e a exposição de suas vidas...se isso é positivo ou negativo, já seria tópico para outro post, mas que o interesse gerado por esse tipo de conteúdo é grande, isso é um fato inegável.
Ou seja, a WEB 2.0 somos Nozes...assista ao slideshare e tire suas conclusões...
Para muitos, a web 2.0 simplesmente é a adição de ajax ou a utilização massiva de javascript no browser, de forma a deixar as aplicações web semelhantes as aplicações desktop. Seguindo essa linha de raciocínio, o ícone máximo da web 2.0 é o google, com seus google mail, maps, docs, wave, etc...
Eu particularmente penso que a web 2.0 na verdade não tem muita relação com tecnologia em si, mas sim com a fonte do conteúdo que é gerado. Pense comigo...no início, e por um bom tempo, TODO conteúdo de qualquer website era responsabilidade exclusiva de quem o construía, fazendo com que o visitante se tornasse apenas um mero expectador.
Com o surgimento do orkut, facebook, youtube, twitter, e outros serviços cujo nome estou esquecendo, o vistante passa a ser um GERADOR de conteúdo e esse conteúdo se torna muito mais interessante.
Não sei quem chegou primeiro, se foi a web 2.0 ou se foram os reality shows, mas penso que o princípio que os move é exatamente o mesmo. Pessoas comuns e a exposição de suas vidas...se isso é positivo ou negativo, já seria tópico para outro post, mas que o interesse gerado por esse tipo de conteúdo é grande, isso é um fato inegável.
Ou seja, a WEB 2.0 somos Nozes...assista ao slideshare e tire suas conclusões...
segunda-feira, 29 de março de 2010
Auto ajuda
Depois de um longo e tenebroso inverno, passei por aqui rapidinho pra recomendar um livro que estou lendo.
Pragmatic Programmer é na verdade um conjunto de práticas que os autores recomendam para que voce se torne um programador mais eficiente. Se você me pedisse pra descrever o livro em uma (ou seriam mais?) palavra, eu diria que se trata de um livro de auto-ajuda para programadores.
Alguns princípios são básicos e conhecidos por qualquer desenvolvedor que se preze, mas confesso que o estilo de escrita me atraiu bastante. As dicas abrangem os assuntos mais variados, passando de utilização de apresentações para divulgar idéias até princípios básicos de OO, como o DRY e o porque de utilizar documentação em codigo com parcimônia. Segue abaixo um trecho:
"You write documentation, then you write code. Something changes, and you amend the documentation and update the code. The documentation and code both contain representations of the same knowledge."
Recomendo para qualquer um que queira redescobrir o prazer de desenvolver software, para aqueles que almejam atingir um grau maior de eficiencia ou simplesmente para aqueles que precisem de uma motivação extra para continuar o trabalho. : )
Pragmatic Programmer é na verdade um conjunto de práticas que os autores recomendam para que voce se torne um programador mais eficiente. Se você me pedisse pra descrever o livro em uma (ou seriam mais?) palavra, eu diria que se trata de um livro de auto-ajuda para programadores.
Alguns princípios são básicos e conhecidos por qualquer desenvolvedor que se preze, mas confesso que o estilo de escrita me atraiu bastante. As dicas abrangem os assuntos mais variados, passando de utilização de apresentações para divulgar idéias até princípios básicos de OO, como o DRY e o porque de utilizar documentação em codigo com parcimônia. Segue abaixo um trecho:
"You write documentation, then you write code. Something changes, and you amend the documentation and update the code. The documentation and code both contain representations of the same knowledge."
Recomendo para qualquer um que queira redescobrir o prazer de desenvolver software, para aqueles que almejam atingir um grau maior de eficiencia ou simplesmente para aqueles que precisem de uma motivação extra para continuar o trabalho. : )
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